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Dead Jungle Sledge a nova aposta do metal nacional



A banda Catarinense de metal DEAD JUNGLE SLEDGE formada em 2015 por Gabriel Marca (Vocal e Guitarra), Lucas Gomes (Baixo), Vinicius Pagnussat (Bateria) e Guilherme Lira (Guitarra), lançou recentemente o full album intitulado "Unsmask", em todas as plataformas de streaming via Electric Funeral Records.  Dead Jungle Sledge ganha notoriedade com seu novo trabalho e se estabelece como uma das novas apostas do metal nacional, com um disco de sonoridade incrível e repleto de hinos que tratam sobre situações do cotidiano, desde a vida pessoal dos integrantes, da sociedade, da politica e do espiritual, mostrando o efeito que isso causa em nossas vidas. Conversamos com banda sobre trajetória, influências musicais, processo de composição e outras curiosidades. Confira.

De onde vem nome “Dead Jungle Sledge"?  O que levou a banda a esse nome?

R:  Dead Jungle Sledge surgiu depois de muito tempo tentando encontrar um nome pra banda. Estávamos a procura de um nome que soasse como uma banda de metal, um nome que fosse original, que representasse o que somos, de onde somos e que tivesse um impacto ao ser pronunciado. Gabriel tinha um riff que estava marcado com esse titulo e sugeriu para a banda, todos se identificaram tornando assim o nome da banda.


Como se deu o surgimento dela?

A banda surgiu em fevereiro de 2015 quando Gabriel Marca convidou Vinicius Pagnussat para formar a banda, já com a ideia de montar um power-trio e fazer som autoral. Gabriel (guitarra), Vinicius (bateria) e Josué Costa (baixo) faziam parte da primeira formação da banda que ainda tinha o nome de “Black Vultures”. Em seguida por questões pessoais Josué deixou a banda. Logo após Gabriel convidou Lucas Gomes, que era seu amigo dos seus primeiros projetos musicais em que ambos tocaram juntos, para assumir o baixo. Logo mudaram o nome para “Dead Jungle Sledge”, com o passar do tempo surgiu a ideia de acrescentar mais um guitarrista, chamando o amigo de longa data Guilherme Lira para somar nas guitarras, fazendo assim a formação original da banda.

A banda acaba de lançar disco .  Como foi o processo de composição e gravação do material?

As primeiras músicas a surgirem foram "Overlord" e "The Same Old Mistake", que foram gravadas no Fatboo Studios por Steffan Duarte. Ouve uma pausa nas gravações e a banda chamou Daniel Finardi, para gravar o restante do álbum e fazer a mixagem e masterização.  O álbum foi gravado numa construção, que era o local onde a banda ensaiava, tendo em mente fazer uma experiência e um desafio musical, sendo a construção um lugar completamente hostil e rudimentar perante ciências do mundo do áudio. A ideia era captar o som e a energia do lugar, tentando extrair ao máximo a essência musical que aquele lugar podia nos proporcionar.

Qual mensagem o disco passa? Suas letras passam uma mensagem muito forte, de onde vêm as ideias para as composições? Existe alguma composição que é mais especial para vocês?

O álbum aborda um mix de mensagens, a corrente que a sociedade consiste e o efeito que causa em nossas vidas, a idéia é como a de qualquer outra banda, expressar os sentimentos que mais nos assombram, desde a nossa vida cotidiana, até o cargo politico mais alto, mostrando os efeitos que a corrupção, a desigualdade, e também os demônios que temos de enfrentar no nosso dia a dia, nos surpreendendo a cada dia que passa e nos obrigando a enfrentar esses problemas, como eles nos desgastam, e como nos afetam. Essas são as principais idéias para as composições. Todas as musicas são especiais, mas já que temos que escolher uma música, escolhemos “THE PARASITE” pois é uma música que expressa muito o meio em que vivemos, damos muita atenção a política, aos ideais, fazem as manobras e nós somos o caminho pra esse jogo de poder, principalmente no Brasil, todos estão no mesmo esquema: persuasão, mentira, mostrando que o poder politico sempre vai corromper, que vai estar no comando. E quem sempre vai sofrer com isso é a população.


Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som da banda?

Com certeza esse álbum tem muita influência do Sepultura, Down, Pantera. Ouvimos esses caras todos os dias, durante muito tempo, que já faz parte do nosso DNA. Tem muitas influências deles na banda.

Quais os planos para 2020?

Primeiramente, divulgar bastante o álbum em todo canto do mundo, produzir um clipe, quem sabe fazer um live, e nesse momento de pandemia, torcer pra que tudo passe rápido e volte ao normal. Enquanto issi damos a continuidade na composição do nosso próximo álbum.

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